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Mecânica ou elétrica, mas sempre laranja!

A KTM é conhecida por investir a sua tecnologia nas bicicletas de XC para alta competição, mas não deixa de parte as gamas de entrada e o segmento em expansão das bicicletas elétricas. 2018 é um ano de muitas novidades para esta marca austríaca.

 

Myroon

A bicicleta que acompanhou o atleta da Seleção Nacional José Dias e alguns atletas da equipa W52 – FC Porto na sua preparação pré-época distingue-se na coleção 2018 ao ser fabricada em nano-carbono premium. Na nova coleção – exclusivamente na versão Sonic – o peso do quadro é de apenas 975g e recorre a um método de sobreposição de camadas de carbono que elimina todas as ‘emendas’ na transição de camadas. O novo quadro da versão topo-de-gama Myroon tem 120% melhor compromisso entre rigidez torsional e capacidade de impulso. O peso anunciado é de 8,1 kg na versão Sonic e apresenta ainda uma bicicleta abaixo dos 10 kg na versão Master 12v (9,9 kg) por 3439 euros.

Na restante gama, a desportiva e interativa Myroon chega agora às gamas de entrada com propostas a partir dos 1799 euros da versão COMP, com grupo completo Shimano XT de 1x11v. A gama foi restruturada com 5 modelos abaixo dos 3000 euros e surge na gama a Myroon Glory, uma bicicleta especialmente adaptada para fisionomias até 1.65 metros: o quadro de 15’ polegadas monta com sistema de transmissão de 12 velocidades Sram GX Eagle e componentes cujas medidas foram revistas: os cranques, avanço e guiador são mais curtos.

 

Scarp

A versão Sonic da Scarp regista um peso de 9,2 kg com equipamento insuspeito para as provas mais exigentes (Sram XX1 Eagle, Fox 32 SC Kashima com bloqueador remoto para suspensão e amortecedor e rodas em carbono DT Swiss XRC 1200). Os quadros são fabricados integralmente em carbono, o que origina pesos verdadeiramente muito competitivos, como atingido pela Scarp Master: 10,9 kg numa bicicleta pouco acima dos 4000 euros. O triângulo traseiro prescinde do ponto de rotação junto ao eixo traseiro e pactua com as escoras superiores, que possuem uma flexão de 8mm. Além disso, o triângulo traseiro composto por uma única peça coloca menos tensões adversas sobre o quadro e, simultaneamente com o amortecedor, dispõe de grandes reservas de fluidez nos trilhos mais acidentados. Mas há mais: o sistema de amortecimento SLL dispensa um ponto de apoio do balanceiro do amortecedor, com vantagens na rigidez, na capacidade de impulso a qualquer pedalada e sobretudo na interação com o ciclista. Em 2018 vai estar disponível a partir de 1999 euros (Scarp 295, em alumínio).

 

 

 

Ultra

Os tempos mudaram e a Ultra também. A geometria foi atualizada com um triângulo traseiro compacto e uma frente ‘lançada’ que dá origem a uma bicicleta animada e desenvolvida para os trilhos de montanha. No terreno o comportamento é estável e firme nas subidas e confortavelmente linear nas descidas. Tecnicamente, o quadro em alumínio revela um peso pluma: 1200 gramas! Além disso, incorpora tecnologias premium: alumínio de tripla espessura, geometria boost, coluna de direção cónica e cablagens internas. Este quadro surge com vocação para transmissões de prato único ou duplo e ainda com versatilidade adicional de montagem de alforges para as aventuras de vários dias em autonomia.

 

 

 

Macina Kapoho

A linha Macina Kapoho, com 160mm de curso, surge em 2018 com duas grandes estreias: primeiro, a integração total da nova bateria Bosch Powertube 500; segundo, a nova dinâmica KTM DiMMix, que se baseia n a adoção de uma abordagem há muito comprovada no mundo das motos: rodas com tamanhos diferentes. A Macina Kapoho tem uma roda maior à frente – 29 polegadas com pneu 2.35 – e uma roda mais pequena atrás – 27,5’ com pneu volumoso 2.80 – para máximo controlo da potência do motor e plena tração mesmo nos pisos mais soltos. Os quadros Macina Kapoho incorporam além dos mais avançados processos de fabrico as mais recentes soluções do e-MTB KTM Bike Industries: a Gravity Casing (o quadro envolve parcialmente o motor Bosch), tubagem hidroformada, rodas Boost, pinça de travão integrada Postmount, direção taper, resguardo para o amortecedor e espaço para suporte de bidon.

 

Macina Lycan

A KTM Macina Lycan e a Kapoho são visualmente semelhantes, contudo apresentam-se com abordagens dinamicamente distintas: os 125mm de amortecimento da LYCAN conferem-lhe um carácter mais atlético e as rodas 27,5’ com pneus 2.35 apelam tanto por trilhos divertidos como por percursos mais longos. A linha Macina Lycan surge em 2018 com quatro modelos com integração total da nova bateria Bosch Powertube 500 num quadro cujo design foi atualizado com uma tubagem de alumínio que praticamente reveste a nova bateria e reduz a volumetria do tubo inferior. O modelo de entrada de gama mantém a semi integração visual da bateria, devidamente camuflada quer pelo quadro, quer pelos grafismos complementares.

As características técnicas do quadro são semelhantes às do Kapoho, com motor parcialmente integrado. Tubos hidroformados, rodas Boost e espaço para bidon.

 

  

Macina Fogo

A Macina Fogo é uma rígida com 120mm de curso que integra também a bateria Powertube e segue o conceito DiMMix. O quadro é em alumínio hidroformado com as mesmas especificações que os modelos de suspensão total em termos de construção, espaçamento dos eixos e passagem dos cabos.

 

Macina Race

Com 100 mm de curso na dianteira e rodas 29, a Macina Race tem um carácter mais ágil e particularmente hábil nos longos percursos por estradões. A linha Macina Race surge em 2018 com 3 modelos com integração total da nova bateria Bosch Powertube 500 num quadro cujo design foi atualizado com uma tubagem de alumínio. O modelo de entrada de gama (273) mantém a semi-integração visual da bateria e está disponível em roda 27,5’. O quadro em alumínio possui integração da bateria e motor Gravity Casing e todos os detalhes técnicos de última geração, como eixoBoost, apoio de travão postmount e passagem de cabos interna.

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